sábado , 04 de Setembro de 2010
 
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A Polícia Federal (PF) afirmou que os diretores da empreiteira Camargo Corrêa, investigados na Operação Castelo de Areia, mantinham uma contabilidade paralela, o chamado caixa 2, para os pagamentos de propina. As transações bancárias ocorriam em contas de bancos dentro e fora do Brasil. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

No relatório final, assinado pelo delegado Otavio Margonari Russo, a PF afirma que as saídas de caixa desta contabilidade seriam destinadas ao pagamento de propinas para agentes públicos. A defesa da Camargo Correa nega as acusações e disse que já pediu investigação sobre o vazamento de documentos apreendidos durante a operação.

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